Será?!

Um dia desta semana, nos dos raros momentos em que prestei atenção à televisão, no jornal da noite, vi uma notícia que me deixou a pensar, dizia a dita que, no caso, as mulheres portuguesas achavam-se mais magras do que realmente são. Será verdade? Se for, não será isso uma nova “doença”, tal como a anorexia ou bulimia? Fiquei a pensar na dita notícia pois, se se confirmar, é bastante grave, ainda vamos ter pessoas excessivamente gordas/obesas a pensar que estão anorécticas…

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A minha RA cá vai indo bem, sem excessos. Tenho pensado mais antes de comer, se vale a pena comer ou não, se por ter um prazer momentâneo vale a pena jogar dias de luta fora…Tenho andado à volta com os trabalhos da escola, fim de semestre a chegar…ui! Vai ser lindo. Para a semana tenho consulta, espero ter perdido mais algumas gramas. Logo vejo, até lá vou-me portando bem, ou pelo menos tentando! Agora vou fazer visitas pelos blogs…Beijos e Abraços a todos!

8 comentários:

Michele Parente disse...

Acho que é a primeira vez que acompanho seu blog.
Muito legal seu cantinho e ver que tem homens que estão preocupados com seu corpo e que precisam de fazer algo para mudar.
Parabens pela iniciativa do blog.

Vou estar sempre aqui te acompanhando.

beijos

Dani disse...

Oi meu querido, passei pra saber como vc está... Beijinhos e ótima semana!

Brian L.H. disse...

Olá, Anselmo.
Pensar antes de comer, é um grande desafio para todos nós. Parabéns!!!!

Saúde e força!

gorda disse...

Eu acho que sofro disso lol

Luciana Kotaka disse...

Oi amigo Anselmo, achei ótima sua foto, demais!!!
Veja, com certeza a anorexia anda rondando as mulheres e aos homens também, só que em pequena escala.
Vale a pena prestarmos atenção em nossos refereciais de beleza e nos cuidar.
Adorei sua visita em meu novo espaço.
um beijo grande

Paulinho ℗ disse...

Olah estah doença existe sim, chama VIGOREXIA, eh o contrario da ANOREXIA, existe pessoas que estao enormes e se acha magras... ateh mais cara abraços

Felipe disse...

Olá Anselmo, tudo bem?
Meu caso é um pouco complicado. Na verdade preciso engordar devido a dois fatores: o primeiro seria para chegar mesmo ao peso ideal já que sempre fui muito magro devido a nunca realmente regrar minha alimentação, ou seja, acabava sempre por deixá-la de lado por causa dos estudos e mesmo atividades de lazer; e o segundo fator seria devido a ter passado por uma cirurgia na coluna, há alguns anos, que me fizera perder peso e que, segundo o médico que me operou, para que os pinos que possuo no interior da coluna estabilizassem-se de fato, eu precisaria chegar ao meu peso ideal que hoje seria por volta dos 72 kg. E estou na luta hoje em dia, né? Espero que consiga porque sempre quis ter um corpo mais forte e ao mesmo tempo saudável.
Adorei o seu blog, gostaria de lhe dar os parabéns por também estar numa jornada em que a busca principal é a saúde e, sendo assim, será um prazer ser seguidor do seu blog para assim acompanhar também aquilo que você sente e vivencia todos os dias.
Grande abraço para você,
Felipe.

Peluchinha disse...

Olá Anselmo,

Espero que estejas bem melhor e que a ocupação ajude :)

Em relação à tua foto, eu já me revi nela...

Antes da cirurgia praticamente não me via ao espelho e a imagem que tinha de mim mesma era que não estava tão gorda como efectivamente estava...

Era um choque quando via uma foto minha ou quando passava num espelho de corpo inteiro ou numa vitrine...

Agora, é exactamente o contrário... sinto-me mais gorda do que estou efectivamente, mas sem grandes razões para preocupação, pois o meu problema é a barriga e sei que isso se resolve com a cirurgia (abdominoplastia) para a qual serei encaminhada ao fim de um ano ou um ano e meio de cirurgia... Ou seja, o mais tardar daqui a um aninho lá vou eu iniciar o processo para a cirurgia de reconstrução e depois disso suponho que me consiga ver como efectivamente sou.

Voltando às portuguesas acharem que são mais magras do que efectivamente são, acho que é uma questão psicológica... custa admitir que estamos tão grandes como efectivamente estamos e achamos sempre que não podemos estar "assim" tão grandes...

Beijokinhas doces.