sexta-feira, novembro 20, 2009

Disseram-me o que sinto...





Tenho estado tão sozinho, que as minhas únicas companhias são as paredes frias do meu quarto. Solidão é algo que não se deve sentir, e mesmo eu rodeado de amigos que me querem bem e que me amam, sinto-me assim. Triste, desconsolado, apreensivo, depressivo, isto é apenas mais um dos sentimentos que estão guardados no meu coração hoje, neste momento. Pergunto-me se esta solidão e se este turbilhão de sentimentos vai passar. Creio que sim, afinal eu mereço ser feliz...um dia serei feliz e não terei mais esta sensação de solidão que parte o meu peito...porém, agora, o que mais me deixa assim é sentir que falta uma parte de mim, que é essencial ao meu ser.
Adaptado de:
Gean Carlos

segunda-feira, novembro 16, 2009

Chegou a hora da leitura...


Olá a todos!
Finalmente chegou o livro que tinha encomendado, "You - A sua Dieta". Ainda mal lhe pus os olhos em cima, pois se o começo a ler tenho a certeza de que só paro no fim. Como tenho outras coisas para fazer e não posso perder tempo útil para ler o livro, aproveito no final do dia para tal...o pior é que ainda não comecei!
Por aqui vai indo tudo muito bem, pelo menos assim me parece. Nesta última semana, talvez devido ao efeito dos comprimidos que ando a tomar, que não sei se estão a funcionar ou não,  várias colegas minhas me fizeram elogios, dizendo que estou melhor, que estou diferente e por ai...elas já nem se atrevem a dizer estás mais magro, com tantos falhanços, até elas têm medo de me criar falsas expectativas, mas sem motivos...
Tenho equilibrado bem a alimentação, feito abdominais e também movimentado um pouco (não é propriamente exercício físico, são as aulas, as caminhas do dia-a-dia, e por ai). Por aqui tem chovido muito, e por várias vezes faltado a luz...
E é isso, nada de tão novo assim...
Beijos e Abraços a todos!

quinta-feira, novembro 12, 2009

O Momento de Reflexão: Reeducação Alimentar? O que é isso?

Este texto surgiu num dos meus momentos mais reflexivos, que ultimamente são muitos, foi saindo, sem pensar no que estava a escrever e sem ter qualquer atenção ao conteúdo, saiu isto, que agora partilho com vocês:

Há dias em que nos apetece atirar tudo para o ar, deixar para trás uma batalha que tem vindo a ser travada com empenho, seriedade, expectativa, dedicação... Contudo, nesses maus momentos em que somos atraiçoados pelos maus pensamentos, o melhor que temos a fazer é dar tempo ao tempo, não tomar atitudes precipitadas, saber esperar por um melhor momento para fazer uma avaliação de todo o processo, nunca partindo com a ideia de desistir. Por vezes parece mais simples, mais fácil e eficaz, desistir de fazer algo por nós da maneira "tradicional". Com tantos apelos de tantas clínicas de estética, que apenas querem rentabilizar e dar a conhecer o negócio, seria bem mais simples colocar um balão intra-gástrico, um bypass, ou outro método que, à partida, seja "sinónimo" de emagrecimento rápido, sem muita preocupação e esforço...
Apesar de não ser esse o significado de qualquer uma das intervenções realizadas com o propósito de perder peso, afinal o objectivo maior é sempre melhorar a qualidade de vida das pessoas, é o que a maioria das pessoas lhe dá. Não tenho nada contra com quem fez intervenções do género, eu próprio equacionei a realização destas antes de optar pela Reeducação Alimentar, mas não é isso que está aqui em causa. Do que se trata aqui é o percurso de altos e baixos que constitui o caminho rumo ao sucesso tão almejado e tantas vezes esquecido: emagrecer!
Ao encararmos a RA como um modo de vida, visto esta não se limitar ao controle da alimentação, mas sim a uma reeducação generalizada de todos os hábitos que temos no nosso dia-a-dia, é preciso ter em mente que o percurso não será construído apenas de vitórias nem de fracassos - aqui não falo restritivamente ao peso eliminado, uma vez que as mudanças a realizar afectarão para lá do físico - mas sim de uma sucessiva alternância entre ambos. É nesses períodos, em que estamos num momento menos bom, que nos dá para relaxar e não pensar nas consequências que um deslize atrás do outro e de outro e de outro, podem trazer. Assim, acabamos, às vezes, por entrar num turbilhão de pensamentos ao apercebermos-nos do peso que os deslizes cometidos acabam por ter na caminhada rumo ao sucesso. E é quando nos apercebemos que, por norma, voltamos outra vez ao início ou ao ponto onde ficámos anteriormente. Este ciclo, de quebra e retoma, faz parte de todos os processos de RA, sendo este o seu verdadeiro espírito, nunca desistir...

Anselmo

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