domingo, maio 02, 2010

Viver em Sociedade: Família e Tecnologia 2


Na passada semana dei exemplos do uso da tecnologia e da sua implementação no dia-a-dia. Hoje irei falar do que pode ser feito para que ambas as gerações usem a tecnologia da melhor forma, aproveitando a mesma para estreitar relações.
Há quem diga que novos e velhos não conseguem trabalhar em conjunto: é mentira! Todos conseguem trabalhar bem e em conjunto quando as coisas são devidamente planeadas e trabalhadas. A intergeracionalidade é algo que nos dias de hoje faz todo o sentido. Os mais novos trabalham com os mais velhos os novos saberes tecnológicos, enquanto os mais velhos falam abertamente da vida real, tendo uma perspectiva do passado, do presente, mas com os olhos postos no futuro.
Podem até dizer que não gostam, que não querem, podem até não ser bem aceites no início, mas tudo isso é consequência de uma mentalidade fechada e ainda por modificar, dos estereótipos de que já falamos, bem como das categorizações. Ser velho não é sinónimo de decadência e ser novo não quer dizer violência ou desrespeito. É preciso mediar!
Cada um tem a sua perspectiva sobre as coisas e não adianta querer mudar logo a visão dos acontecimentos. Mais uma vez, o tempo é o melhor remédio.
Alguns dos casos de trabalhos entre gerações, levaram a que fossem publicadas obras literárias, cujas ideias principais se encontram dispersas subtilmente por este texto e pelo anterior.


Uma das técnicas mais usadas é do uso de tecnologia em lares, mas aqui não me refiro em concreto a lares, mas sim às famílias. Em vez dos pais ficarem a reclamar sobre o porquê do filho estar trancado no quarto a jogar computador ou consola, que tal irem ter com o filho e jogar também. É uma forma de diversão diferente, estranha e unificadora que irá aprimorar a relação existente.
Tentar que os pais dêem uma oportunidade e principalmente abertura de espírito aos filhos é o ponto central a debater e ter em conta. Não será de certo uma mudança rápida e da noite para o dia, não deverá ser levada até à exaustão, mas deverá sim ser tentada e aperfeiçoada a cada caso e a cada casa.

Anselmo Oliveira

quarta-feira, abril 28, 2010

Tudo muito bem!

Olá a todos!
Esta semana está a correr bem a todos os níveis. Em termos de R.A. tenho conseguido fazer aquilo que acho fundamental para que resulte: beber bastante água. O verão ainda está longe de chegar mas o calor veio antes do tempo e parece que passo o dia todo enfiado numa sauna. Devido ao calor a vontade de comer diminuiu um pouco e aproveito assim para comer coisas mais leves, juntando o útil ao agradável. No meu estágio está tudo a correr bastante bem. Apesar de não desenvolver funções próprias do curso, tenho feito algum trabalho que será útil no futuro, não estando a trabalhar apenas para não estar parado. Finalmente o meu orientador compreendeu o que me pode dar trabalho à vontade que eu faço. Faço e bem, porque ele já me disse que eu trabalhava rápido e que me ia dar outras coisas mais puxadas. 
O namoro vai indo muito bem e recomenda-se. Tenho estado com ela quase todos os dias, embora esta semana seja complicado poder-mos estar juntos sem ser no fim-de-semana. Vida de estudante e estagiário não é fácil...
Como podem ver está tudo bem e ando feliz da vida, aliás como há muito já não andava. 
Com vocês espero que esteja tudo bem. Tenho visto os vossos posts pelo Google Reader, contudo não dá para comentar. É o que faz ter internet limitada...
Beijos e Abraços a todos. 

domingo, abril 25, 2010

Viver em Sociedade: Família e Tecnologia 1


Olá muito boa noite, seja bem-vindo a mais uma rubrica “Viver em Sociedade”. Hoje, de entre os muitos problemas que existem e dos quais poderia falar, destaco as diferentes gerações e a adaptação que cada uma tem de fazer para conviver em harmonia.

Os mais jovens já devem ter ouvido em algum lado a célebre frase “No meu tempo não era nada assim…”, que por sinal nunca vem por acaso e sem uma longa explicação de como era a vida há uns cinquenta anos atrás. É compreensível pois todos nós sabemos que a vida noutros tempos não foi fácil, assim como continua a não ser. A única diferença que há entre um tempo e outro é isso mesmo, o tempo. Os tempos são outros, mais avançados, com mais recursos e mais comodismos, no entanto, não há que dizer que a vida é mais fácil agora: a vida é outra!
Há cinquenta anos atrás era impensável este post ser lido por milhares de pessoas em todo o mundo via Internet. Aliás, para deslindarem a frase era preciso saberem o que raio é a Internet e por conseguinte um post!

É verdade que as pessoas mais velhas são as que menos receptivas estão às novas tecnologias. Afinal, se tivermos em conta que viveram grande parte da sua vida sem elas, é compreensível. O que não se compreende é quando vetam o acesso à nova geração as maravilhas que a tecnologia pode proporcionar. Pior mesmo é quando não querem adaptar-se a algo que só os poderá ajudar, queixando-se disto e daquilo que com um simples clique poderia ser resolvido.
A distância entre familiares que estão no estrangeiro por vezes é desculpa para diminuir o contacto com os mesmos ou motivo para choradeira intensa – com a Internet o problema está resolvido.
As candidaturas a novos empregos já não passam por um simples contrato de palavra, é preciso um currículo que deverá ser enviado, preferencialmente por e-mail, ser o mais arrojado possível e por vezes passar pelo youtube, quanto às entrevistas já não têm que ser feitas pessoalmente, bastando apenas estar on-line. As novas regras estabelecidas nalguns centros de saúde requerem o uso da Internet para marcação de consultas. Os alunos já não usam dinheiro nas escolas, usam cartões.
Estes são alguns dos exemplos que se podem dar onde a tecnologia está implantada. Fazer-lhe frente não adianta e só irá trazer consequências para quem o faz. Em breve o Mundo será totalmente tecnológico e o Mundo tradicional por onde alguns de nós já passámos, não será nada mais nada menos que parte de uma memória que com o tempo tenderá a desaparecer.

Anselmo Oliveira

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